domingo, 30 de setembro de 2012
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Esta entrevista foi realizada com a professora Natália Arim Chiquine graduada em pedagogia e com especialização em Educação de Jovens e Adultos na Diversidade que trabalha com alunos inclusos na educação de Jovens e Adultos na escola Dr. Francisco Osvaldo Anselmi.
Questões da entrevista:
Gostaria que você falasse um pouco de seu trabalho com alunos inclusos?
1) Como você vê a evolução do atendimento dos alunos com necessidades educativas especiais ao longo do tempo?
2) O que você destaca de especial na prática pedagógica para termos uma inclusão de qualidade?
3) Segundo a lei Lei nº 9394/96 – LDBN -no item relativo à Educação Especial onde fala que:
Art. 59. Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com necessidades especiais:
I - currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específica, para atender às suas necessidades.
De acordo com sua experiência profissional, você acha que a lei está sendo cumprida na cidade de SVP?
4) Como você vê o convívio entre os portadores de necessidades especiais e os outros alunos no mesmo ambiente?Quais benefícios isso pode trazer para ambos?
5)Em sua opinião, os cursos de formação de professores para trabalhar com alunos de necessidades educativas especiais atendem as necessidades que o cotidiano escolar exige? ?Por quê?
2) O que você destaca de especial na prática pedagógica para termos uma inclusão de qualidade?
3) Segundo a lei Lei nº 9394/96 – LDBN -no item relativo à Educação Especial onde fala que:
Art. 59. Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com necessidades especiais:
I - currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específica, para atender às suas necessidades.
De acordo com sua experiência profissional, você acha que a lei está sendo cumprida na cidade de SVP?
4) Como você vê o convívio entre os portadores de necessidades especiais e os outros alunos no mesmo ambiente?Quais benefícios isso pode trazer para ambos?
5)Em sua opinião, os cursos de formação de professores para trabalhar com alunos de necessidades educativas especiais atendem as necessidades que o cotidiano escolar exige? ?Por quê?
6) Qual a relação da família de um aluno incluso com a escola, e mais particularmente, com o professor que atua diretamente com ele? Que atendimento essa família necessita?
7) Você acha que a troca de experiência entre professores que trabalham com inclusão é válida? Por quê?
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Sempre que pensamos em pessoas com necessidades especiais e paramos para pensar podemos perceber o quanto essas pessoas precisam de um atendimento especial. Cada um de nós possui as suas limitações tendo ou não uma dificuldade, seja ela motora, de fala, de visão ou qualquer outra. Porém quem as têm precisa ter uma condição que lhe dê uma qualidade de vida melhor.
Durante o passar do tempo pudemos observar muitas mudanças, muitos avanços em se tratando deste assunto. Com a inclusão por exemplo, os portadores de necessidades educativas especiais saíram das escolas especiais e puderam conviver tendo a oportunidade e oportunizando aos outros uma melhor convivência e ensinamentos do quanto podemos superar barreiras.
A lei LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. nos diz o seguinte:
CAPÍTULO V
DA EDUCAÇÃO ESPECIAL
Art. 58. Entende-se por educação especial, para os efeitos desta Lei, a modalidade de
educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos
portadores de necessidades especiais.
§
1º Haverá, quando necessário, serviços de apoio especializado, na escola regular, para
atender às peculiaridades da clientela de educação especial.
§
2º O atendimento educacional será feito em classes, escolas ou serviços especializados,
sempre que, em função das condições específicas dos alunos, não for possível a sua
integração nas classes comuns de ensino regular.
§
3º A oferta de educação especial, dever constitucional do Estado, tem início na faixa
etária de zero a seis anos, durante a educação infantil.
Art. 59. Os sistemas de ensino assegurarão aos educandos com necessidades especiais:
I
- currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para
atender às suas necessidades;
II
- terminalidade específica para aqueles que não puderem atingir o nível exigido para a
conclusão do ensino fundamental, em virtude de suas deficiências, e aceleração para
concluir em menor tempo o programa escolar para os superdotados;
III - professores com especialização adequada em nível médio ou superior, para
atendimento especializado, bem como professores do ensino regular capacitados para a
integração desses educandos nas classes comuns;
IV
- educação especial para o trabalho, visando a sua efetiva integração na vida em
sociedade, inclusive condições adequadas para os que não revelarem capacidade de
inserção no trabalho competitivo, mediante articulação com os órgãos oficiais afins,
bem como para aqueles que apresentam uma habilidade superior nas áreas artística,
intelectual ou psicomotora;
V
- acesso igualitário aos benefícios dos programas sociais suplementares disponíveis
para o respectivo nível do ensino regular.
Art. 60. Os órgãos normativos dos sistemas de ensino
estabelecerão critérios de caracterização das instituições privadas sem fins
lucrativos, especializadas e com atuação exclusiva em educação especial, para fins de
apoio técnico e financeiro pelo Poder Público.
Parágrafo único. O Poder Público adotará, como alternativa preferencial, a ampliação
do atendimento aos educandos com necessidades especiais na própria rede pública regular
de ensino, independentemente do apoio às instituições previstas neste artigo.
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm acessado em 21 de agosto de 2012.
Alguns lugares com acessibilidade a portadores de necessidades especiais em Santa Vitória do Palmar.
Em Santa vitória do Palmar pudemos perceber que muitos lugares têm acesso para cadeirantes e pessoas com alguma dificuldade motora, porém ainda falta muito para atender realmente as necessidades dessas pessoas que precisam de um atendimento especial. Muitas escolas ainda não estão adaptadas para atender essas necessidades e os profissionais tem que trabalhar e adaptar-se com o que tem. Acreditamos que houve sim uma grande melhoria, hoje existe uma nova visão sobre inclusão, mas temos que ter a consciência que inclusão não é quantidade e sim qualidade.
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